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Um Morro à moda antiga

Estas são algumas fotos inncríveis do Morro dos Conventos há muitos anos atrás.
Apenas em uma delas, pode-se ver a data 31/07/1958 e numa outra, a informação : Fotografia Salvador.

Este é o registro de um Morro dos Conventos, de uma era que não volta mais. Apreciem!

 

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Hospital Regional

Foto: Site Oficial

Hospital Regional Deputado Affonso Ghizzo:

Como anda a saúde desta instituição?

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*** Feliz Natal ***

Papai Noel;

Neste Natal eu desejo que a “Paz e a Harmonia” encontre moradia em todos os corações.
Que a Esperança seja um sentimento constante em cada ser que habita este planeta.
Desejo que o Amor e a Amizade prevaleça acima de todas as coisas materiais.
Que as Tristezas ou Mágoas, sejam banidas dos corações, dando lugar apenas ao Carinho.
Que a “Dor do Amor”, encontre o remédio em outro Amor.
Que a “Dor Física”, seja amenizada e que Deus esteja ao lado de todos, dando muita força, fé e resignação.
Que a Solidão seja Extinta, e no seu lugar se instale a Amizade Verdadeira, e o Companheirismo.
Que as pessoas procurem olhar mais a sua “Volta”, e não tanto para “Si” mesma.
Que a Humildade e o Respeito residam na Alma e no Coração de todos.
“Que saibamos Amar e Respeitar o Próximo como a nós mesmos”.
Desejo também que meu pedido se realize não só neste Natal, mas em todos os dias de nossas vidas!

Feliz Natal aos amigos do Barata Rainha!

Video e Texto – Fonte: Youtube e Belas Mensagens

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E.C. Murialdo – 1970

 

O Valdir Cardoso nos escreve:

“Gente simpática do Barata;
Sou daí, da Suranga, e há 40 anos moro em Porto Alegre.
Segue uma foto feita pelo irmão Celeste em 1970 no Colégio Murialdo.
Eu sou o goleiro, de verde. A minha direita, o Menga.
A identificação dos demais é com vocês.

Um abraço.”

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Araranguá e seus Personagens | Léia Batista

Léia Batista;

Escritora araranguaense que recentemente lançou o seu primeiro livro de poemas e crônicas intitulado “Na Sala de Espera“.

O livro, que já nasceu para ser um sucesso,  já conquistou os seguintes prêmios outorgados pela Academia Criciumense de Letras:

- Gênero Crônica; 3º Lugar com a crônica “Qual é a tua”.; – Gênero Conto: Menção Honrosa com o conto “A gaveta das meias.”; – Gênero Poema: Menção honrosa com o poema “Feito Lua”.

À Léia; nossos sinceros votos de muito sucesso.

Por que escrevo (Léia Batista)

Se é que me encontro escassa. Insólita de sentimentos. Sufragada pelos sentidos…
Se a cupidez das palavras inebriam minhas vísceras num desejo vicioso que nem sequer compreendo.
Por que escrevo?

Será a ânsia de que alguém responda em meu lugar e livre-me da culpa de sequer não poder justificar minha embriaguez?
Ou de traduzir sentimentos alheios dos que dizem não possuírem o tal dom?
Seria um dom suposto o meu vício pressuposto?
É por isso que escrevo?

Por que me agitam os dedos para falar pelas entranhas pedindo-me que verse sobre temas?
Temas? Eu que temo coisas que sequer suponho saber…
Para chegar a um confim qualquer onde se banham meus anseios de mulher e de todas fêmeas nuas cobertas de desejos?
Para cavalgar o desconhecido sobre o dorso de um animal arisco, sem destino, com todos os riscos a sofrer?
Para que escrevo?

Melhor calar a voz das palavras mudas?
Apagar as cicatrizes das folhas mortas?
Matar a vida irrespirável das idéias?
Acender a escuridão da dúvida?
Cegar de ver o caminho sem fim?
Amputar as emoções que guiam?
Matar a paixão e sepultar a escritora?

Escrevo…
Logo, existo.

Para saber mais, visite o blog da autora:
http://nasala-deespera.blogspot.com/

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Velhos Galos Velhos

Nossos Galos Velhos estão sempre presentes.
Estes, com esta panca toda, posaram em frente a um dos mais famosos símbolos da cidade; o coreto da praça Hercílio Luz.

Alguém conhece estes distintos cidadãos?

Foto: Nenê Hahn

 

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Tudo novo!

O blog está de cara nova!

Está mais dinâmico; mais atraente; mais moderno (Ôôô… moderno, é?! :) )

Todo o conteúdo continua inalterado.  Nossa memória está bem preservada!

O Baratarainha continua sendo uma grande casa de porta aberta à todos.

As vezes, passamos por aquele período de entressafra, tudo meio parado … Mas como bons escoteiros, estamos sempre alerta!

Continue a participar com seus comentários.

Não esqueça: Você pode colaborar através do nosso email enviando fotos antigas, contando histórias, trazendo curiosidades.

Abraços da Equipe Baratarainha.

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Saudades; muitas saudades

Escrevi em minha coluna de um jornal aqui em Sombrio.

Museu Histórico de Araranguá: Isto é cultura!

Fiquei sem palavras ao adentrar o Museu Histórico de Araranguá que atualmente traz a temática “Memória Visual e Musical: registro de um tempo.” A notícia já não é nova, foi merecidamente veiculada pela mídia sessenta dias atrás. Mas, para mim, filha legítima de Araranguá, foi um presente, quando na tarde de ontem, juntamente com a Diretora de Cultura de Sombrio, Clair Hahn Fermiano, fomos conhecer o espaço montado para emocionar. Pelo menos de minha parte senti um gosto de poesia nas mãos e mentes dos idealizadores, a começar pelas informações escritas que continham um elemento muito lírico, muito bonito, agradável de ler, remetendo os filhos de Araranguá a um passado o qual as coisas eram, literalmente, mais poéticas. Depois, os instrumentos musicais, os equipamentos de fotografias e dos Cines Glória e Roxy, que povoaram a mente dos araranguaenses e região, mostrando notícias “de fora” e, sobretudo filmes, com os artistas de seus tempos, encantam pela presença maciça da própria vida que nem mesmo a morte a leva embora. É uma demonstração de amor pela cidade, pela história, pelas pessoas. Foi com delicadeza que a exposição foi construída, pois antes, de mencionar-se “figurões” no sentido tradicional da história oficial, mencionou-se os cidadãos comuns, “destes que se vê na rua” como diria Belchior. Homenageou-se cantores, músicos, fotógrafos. Reconstruiu-se uma Araranguá de cidadãos para cidadãos porque estes, afinal, são os verdadeiros donos da história para quem tiver olhos para perceber. Atrás de um dos biombos deparei-me com o balcão de pé palito, de forma sinuosa, e a urna aonde se punha os ingressos, do Cine Roxy, onde comprei balas Chita e pipocas para as sessões de domingo à tarde, a procurar pelas aventuras de Tarzan, Zorro, índios, mocinhos, e galãs de finos bigodes a resgatar de bandidos, mulheres belas. Mais tarde, na adolescência, outras histórias de cinema fizeram parte de minha história.  Mas, ultrapassando as cenas dos filmes, vem a imagem do imponente prédio, dos porteiros, das vitrines e cenários tão peculiares da época. Pude “ouvir” por meio de recordações as bandas “Favo de Mel” e “O Brasileirinho”, belíssimas que, como tudo na vida, eram boas porque feitas por gente sensível. Também tivemos a oportunidade de assistir a um DVD contando os tempos áureos e a extinção do Cine Roxy. Tristeza. A exposição nos foi apresentada por Jonas Soares, Chefe de Cultura, que, por sua vez, tem o conhecimento e a emoção necessários para exercer esta função, contando as histórias e vibrando com o sentimento de uma resgate e promoção da bela história dos cidadãos de Araranguá. Sempre defendi a premissa de que para as coisas darem certo é necessário que as pessoas certas estejam nos lugares certos. Parabéns, Jonas!
E a vida segue acontecendo.

(Nilcéia Matos Pereira)


- Abaixo, um vídeo de autoria de Andrio Cardoso Pereira, postado no Youtube, e que mostra um pouco da exposição.

 

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Bons tempos aqueles …

 

Olha aí pessoal;

Neste sábado, dia 9 de julho, vai rolar a Oitava Festa Eve’Som no Kabbun.

- Banda VINIL PRA CASSETE abrindo a noite na pista.
- Participação especial Dj Xande fontes da Dizzy Forever (Floripa)
- Dj’s EVE’SOM

E o Namur, com suas sempre fervilhantes ideias, sugeriu que os bloguerios contassem aqui, algum fato ou “causo” da nossa querida e, para sempre lembrada, Eve’Som.
E então? Lembra de algo curioso (ou não), que tenha acontecido com você, ou que tenha presenciado, nos saudosos embalos de sábados a noite na boate do Everaldo?

Espero que todos possam se reencontrar no próximo sábado.
Boa festa!

 

Foto do Convite e Sugestão: Namur Bacha

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Memória araranguaense

Eis o convite para a exposição Memória Visual e Musical de Araranguá, cuja abertura será no dia 22 de junho; no Museu Histórico.

Prestigiem!

 

Enviado por: Alex Rocha.

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Luna Del´Arroio

Os namorados, sabe-se, tem o costume de prometer aos seus bem-amados os mais inusitados presentes.  Inspirados pela noite que os cerca, em seus momentos de extremo romantismo, prometem uma constelação de coisas, desde as estrelas mais distantes até os anéis de saturno. Mas é ela, a Lua, Selene, como queriam os gregos, que os namorados, como se fossem Endymions eternos, elegeram com sendo a prova máxima de sua paixão, mesmo sabendo ser tarefa inexequível. Não é complexo entender isso, posto que as pessoas quando apaixonadas precisam perder um pouco da razão, sob o risco de perder toda a graça.
Mas o que dizer quando um pai a deixa de presente à própria filha? Foi o que aconteceu com o nosso preclaro fotógrafo José Genaro Salvador, que conhecemos de tantas fotografias assinadas como “Foto Salvador” ou “Salvador & Sbruzzi”, que deixou à sua filha, Luiza Elizabete Salvador Berti, a Bete, mais que uma casa no Arroio do Silva, uma fresta de janela por onde pudesse ser contemplada a extraordinária lua minguante de fevereiro, aqui traduzida logotipicamente por seu filho, Vicenzo Berti. E o melhor de tudo, para nós, é que a Bete, em contrapartida, transformou este momento de pura poesia em poesia mesmo e assim nos brindou, em italiano, devolvendo em altíssimo nível o presente recebido. Regozigemo-nos, amigos, não é todo dia (nem toda noite), que o espírito humano, munido do mais puro amor familiar, se mostra de forma tão sublime.

Tradução, segundo a própria Bete:

Lua do Arroio

Da minha janela vejo
esta bela lua
Que nasce no mar
E me faz sonhar
Esta bela lua
Não tem nenhuma igual
E foste tu a brilhar
Que o meu papai
Como legado me deixou.
É um belo presente
De um bom homem Gennaro
Um verdadeiro italiano
Que nunca pensou
Deixar à sua filha
Uma lua no mar de presente

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E se falando em cultura …

 

Oi pessoal,

Uma nova exposição está sendo montada no museu de Araranguá para início de junho. Os trabalhos estão a todo vapor.
“Memória visual e musical: registro de um tempo”, é o título da mostra, que trará informações, textos, objetos, imagens sobre cinema, música, fotografias, inclusive com peças do Cine Roxy (até o baleiro estará lá), equipamentos do Salvador e outros fotógrafos e muito mais. Na parte da música teremos ótimas surpresas e rememorações.

O pessoal da organização recorre aos blogueiros barateiros para o seguinte: precisamos de uma boa foto do “Brasileirinho”, uma do grupo “Coruja” e também do grupo “Moenda”.

O Blog, como sempre, poderá ajudar a divulgar o evento, feito especialmente para os que amam a nossa memória. Informações sobre as fotos citadas podem ser encaminhadas por aqui mesmo..

E já fica aqui o convite, marque aí, primeira semana de junho.

Antes da mostra de junho tem outra saindo do forno agora, com a vernissage no dia 06 de maio, e visitação pública que vai de 9 a 31 de maio.“Delta Ilhas/Barranca” é o tema da mostra do artista plástico Edi Balod, com objetos, quadros, desenhos, entalhes e peças que remetem para a memória da cidade pontuada na contribuição das localidades de Ilhas e Barranca.

Não percam. Mais do que isto, ajudem a divulgar, pois a memória de uma cidade precisa sair das gavetas e ganhar os espaços, tornando-se patrimônio de todos.

Um grande abraço em nome de toda a equipe da Secretaria Municipal de Educação, do Departamento de Cultura e do Museu Histórico de Araranguá.

Alex Rocha

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Araranguá e seus personagens (2)

Manoel Pedro Gonçalves e o gerador de energia, situado onde hoje está o Hotel Alvorada!

Manoel Pedro Gonçalves, ou “Necão da Luz”, como foi conhecido em Araranguá, trabalhou muito anos na Empresa Luz e Força de Araranguá até sua aposentadoria.
Seu Manoel nasceu em 07 de Outubro de 1915, faleceu em 10 de Julho de 1981, foi casado com Otilia Hahn Francisco, neta de Albert Hahn, nascida em 16 de Outubro de 1918, falecida em 20 de Outubro de 1992, são seus filhos: Elza; Valdir; Terezinha; Hermínia Otília; Pedro e Hamilton.

Fatos e Foto: Nenê Hahn

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Ele voltou!!!

Escreveu o Minga:

“… Jamais deixarei de reconhecer a importância em minha infância dos festejos em comemoração ao dia da nossa padroeira. Adorava acompanhar, depois da missa, a barraquinha em que eram sorteados vários prêmios, inclusive o famoso frango assado, com aquele aviãozinho girando até parar no número sorteado…Como esquecer daquilo?!!!”

O Naldo rebateu:

“Minga, era o famoso aviãozinho que sorteava a não menos famosa: Galinha no Celofane. Priscas eras…”

 

Então … Se você não foi a festa e não viu in loco esta famosa engenhoca em questão, eis aqui a sua grande oportunidade: a barraquinha do Avião com frango assado no celofane.

 

Foto: Claudette Pacheco (via Facebook)

 

 

 

 

 

 

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Para fortalecer a nossa fé …

 

Oração a Nossa Senhora Mãe dos Homens

Virgem Imaculada, Mãe de Deus, Vós, que inflamada de amor, cooperaste com o Vosso Filho Jesus no mistério da redenção e recebestes de seus lábios, no doloroso transe do Calvário, a missão augusta de Mãe dos Homens, protegei, benigna, estes vossos filhos que, atraídos pela vossa maternal bondade, se consagram ao Vosso amor e serviço no Santuário que se gloria deste dulcíssimo título.  Sede, em todo tempo e lugar, a guia segura dos nosso passos, para que nos conservemos sempre fiéis às promessas que fizemos ao pé do Vosso altar, trilhando o caminho que conduz à salvação e à gloria.  Assim seja.

4 de Maio; dia de Nossa Senhora Mãe dos Homens!

 

Foto enviada por: Ivone Alborghetti

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Hoje tem …

 

Fonte: http://www.tudoehfesta.com/?

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As aventuras do Darci

Darci é um personagem criado pelo compositor e músico da banda Dazaranha, Moriel Adriano da Costa.

Por ser natural de Florianópolis, Moriel conviveu e convive com a figura do “mané”, termo como é designado o morador nascido e criado na Ilha de Santa Catarina.

Ingenuidade, inocência, irreverência e deboche são algumas das características do personagem Darci, a encarnação do mané típico, que faz do choque de culturas motivo para “tirar onda” do mundo e de si.

Criado em 2010 em formato de programetes diários para a rádio Atlântida, o personagem fez tanto sucesso, que levou seu criador a representar as aventuras de Darci em apresentações de stand up comedy em eventos, festas particulares e estabelecimentos.

 

Fonte: Youtube

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Sarará

Olá amigos!

Estou lhes escrevendo, para saber se é possível, meu pai publicar um livro sobre apelidos, aqui em Araranguá.
Meu pai, e em toda a região, é muito conhecido.
Uns, o conhecem pelo slogan: “SARARÁ PUBLICIDADES FAZ O MELHOR COMERCIAL.” Outros, pelo tempo de rádio e outros … nem sei.
O Sarará é uma pessoa muito querida e carismática. Enfrentou alguns problemas de saúde, mas agora já está bem melhor. Passou por maus bocados. No mês de outubro estará de aniversário e eu gostaria de presenteá-lo com a publicação desse livro sem que ele saiba. Será uma grande surpresa.
Esse é o motivo pelo qual estou entrando em contato; prá saber sobre os gastos, patrocínios e, se posso contar com a participação do blog.
Já há muito tempo ele tem esse sonho. Já contabilizamos mais de 500 apelidos e alguns com suas respectivas estórias.

Aguardo contato.

Um grande abraço a todos!

Aleon Pereira (“Sarará Filho”)

 

 

* Aleon deixou seu endereço e telefone para contato, que por motivos de privacidade foram suprimidos.
Aqueles que tiverem interesse em contatá-lo, por favor solicitem o telefone do mesmo, através de nosso email.

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Ao homem suas obras

Dizem os eclesiásticos que mede-se o homem pelas suas obras. É fato. Somos lembrados por nós mesmos em vida, mas somos eternizados pelas nossas obras. Mas o problema é que muitas vezes essas obras não são facilmente notadas, posto que nem sempre elas são materiais ou estão ali, diante dos nossos olhos. Na realidade, as grandes obras, aquelas que valem mesmo, nada tem de tangíveis e por isso mesmo muitos são eternizados por um punhado de gente apenas, seja a família, um grupo ou ainda, quando muito, uma cidade. Pouquíssimos são eternizados por muitos. Nosso glorioso Padre Giuseppe Perona, que ontem nos deixou, estava no primeiro caso. Digo isso porque não o conheci pessoalmente, por mais paradoxal que isso pareça. É que o conheci por suas obras, não o Colégio Murialdo, que, no caso do Pe. Perona, não era sua obra, mas sim seu habitat natural. A sua obra encontrei nas pessoas que conviveram com ele. Desde o meu pai, quase seu contemporâneo, até pessoas de geração após a minha, quando indagados sobre ele, de imediato esboçavam um sorriso natural e um olhar perdido de saudade, como a buscar nas reminiscências de sua memória um exemplo, uma história impagável ou ainda um comentário sobre uma ou outra característica do inesquecível padre, professor, educador, mestre, poliglota, filólosofo, amigo, exemplo, etc, etc, etc. Como disse, não conheci o Pe. Perona, não tive aulas com ele, não estudei no Murialdo, não joguei em time nenhum do Irmão Celeste, não conheci o Padre Félix, nem o Padre Ézio, não apanhei do Barriga, o Chambita nunca me pediu um real… (às vezes me pergunto se sou mesmo araranguaense). Para não cometer o erro crasso de transformá-lo em mito, fui atrás de quem o conheceu. Ainda ha pouco, numa conversa com o César Português, que num espaço de meia hora, me contou duas grandes histórias e descreveu as principais manias do Perona, como a geração dele (acho que todas) gostavam de chamar. Eis a obra desse nosso grande mestre, que não está assim tão fácil de se ver, uma vez que está está construída no coração daqueles que conviveram com ele: no sorriso de saudade, no aprendizado inesquecido, na lembrança de quem fazia do sacerdócio uma missão, de quem lutava de forma aguerrida para nos deixar um exemplo. Por tudo isso, de maneira indireta, pude conhecer não só um grande mestre, mas, antes, uma grande pessoa, capaz de deixar uma obra que  está prestes a ser eternizada, conduzida pela saudade e por todos os frutos que ele plantou em nossas almas, inclusive a minha, que não precisei conhecê-lo, embora desejei muito, para entender que ele foi uma destas poucas pessoas cuja vida todos nós devemos agradecer a Deus. Que vejam quem tem olhos de ver.

Em tempo: será sepultado hoje em Caxias do Sul-RS

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Olha a Unidos do Arroio aí, gente!!!

Para entrar no clima de carnaval, que a todos contagia, o blog presta uma homenagem a Escola de Samba Unidos do Arroio, mostrando a vocês o samba-enredo de 2011.
Numa composição do professor e puxador de samba Jorge Luiz, o samba enredo da Unidos do Arroio, fala das origens de Turvo, os índios, a colonização, os polenteiros, da arrancada de tratores, futebol na lama e o arroz; que tem fama nacional.

* Para ouvir o samba, clique AQUI ou no PLAYER ao final do post.

ORGULHO TURVENSE

Compositor e Intérprete: Jorginho
Puxadores: Romy, Éverton, Laranja

Alô Arroio. Se liga aí!
Tem polenteiro na avenida, sim!

Lá vou eu lavourar
Peço a Deus pra ajudar

Um sonho
Vou contar uma história
De uma colonização
Minha terra tem guerreiros
De amor paz e união
Eu sou turvense, sim
Eu sou trabalhador
E a Unidos vai mostrar o meu valor
Navegando na memória
No Brasil eu aportei
Conheci essa terra das verdes matas
Me apaixonei
Abençoada por Deus
Tudo que se planta dá
Meu sonho se realizou
A deusa soberana abençoou
Explode bateria; vem balançar
Segura Arroio o show vai começar

Funiculi, funiculi, funiculi, funicula
bateria Nota 10; o trator vai arrancar

Sou colono, vou festejar
Na lama vou rolar, e vou jogar meu futebol
A expansão comercial gira equilíbrio social
Sou referência no Brasil
Meu arroz tem cultura nacional
Na gastronomia, polenta, fortaia e macarrão
O vinho que traz a vida, vem degustar neste carnaval

Alô Arroio. Se liga aí!
Tem polenteiro na avenida, sim!

A música nos foi gentilmente enviada pela Gisela Raupp

Informações adicionais:

Prefeitura Municipal do Balneário Arroio do Silva

 
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Denúncia

Olá, amigos do Baratarainha.

Venho através deste, pronunciar a minha indignação com relação a mais uma indevida “desapropriação”, verdadeiro desdém de mais um patrimônio público da Cidade das Avenidas.
Trata-se da Banca do Felipe que, durante tantos anos alimentou a cultura, leitura e conhecimento dos araranguaenses (e outros) e, simplesmente foi substituída por uma “casa amarela”, que não é para confundir com a da BR-101 (de outros prazeres), e que provavelmente está obedecendo ao processo de planejamento municipal/plano diretor. Que tal uma revitalização do nosso jardim ?
Como dizia meu pai (que gostava de pronunciar alguns “dizeres araranguaenses”:
“Eta, Araranguá!!! É feio mas é parelho”.

Um abraço

Felinto Pacheco Netto (Netinho)

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Miduja a panca do Galo Velho !!! (2011/1)

Manoel Domingos Alano

Manoel Domingos Alano

Salve Barateiros !

Apesar de nunca ter participado, desde o início sou um assíduo freqüentador e divulgador deste site. Parabenizo a todos pelo material do blog e agradeço pelos bons momentos que nos proporcionam ao resgatar uma fração da memória do nosso Araranguá e por conseqüencia, de nossas próprias vidas. Um grande abraço a meus parceiros, amigos e parentes que sei que estão sempre por aqui.
Aproveito para deixar uma foto de meu avô, Manoel Domingos Alano, um grande “Galo Velho” que desde a década de 50 já metia panca por estas regiões.

Abraços; Kleberson Alano

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Moras aonde mesmo?

Alto Feliz; Barra Velha; Barranca; Buraco Quente; Campinho; Campo Verde; Canivete; Canjiquinha; Caverazinho; Cidade Alta; Coloninha; Espigão da Pedra; Forquilha Grande; Fundo do Cedro, Fundo Grande; Hercílio Luz; Ilhas; Itoupava; Jardim Cibele; Jardim das Avenidas; Lagoa da Serra; Lagoa do Caverá; Lagoa Mãe Luzia; Lagoão; Manhoso; Mato Alto; Morro Agudo; Nova Divineia; Operária; Pau Pega; Pontão; Ranchinho; Rio dos Anjos; Rio dos Porcos; Sanga da Areia; Sanga da Canga; Sanga da Toca; Sanga do Marco; Sanga do Veado; Sanga Grande; Sanga Negra; Sangradouro; Santa Rita; Santa Rosa de Lima; Soares; Taquarussu; Urussanguinha; Vila São José; Volta Curta; Volta do Silveira …

Não entendeu nada?

Pois num papo com o Nenê, o Namur veio com a seguinte pergunta:

“- Qual a origem do nome das localidades e bairros de Araranguá?”

Pois então … Taí uma boa pergunta:  Você sabe?

Foto: Namur Bacha

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Transtornos temporários. Benefícios permanentes.

Amigos Blogueiros e Blogueiras do nosso estimado Barata Rainha, as coisas andam meio paradas por aqui com relação a novas postagens, mas nos bastidores estamos trabalhando para o novo Barata Rainha. Ele vai ser reformulado, porém a essência será a mesma: um lugar para reencontrar amigos da nossa terra. E você sabe que em toda reforma nunca se consegue cumprir o cronograma estipulado, principalmente, quando se tem férias de fim de ano no meio. Para não perder nada de conteúdo, estamos fazendo a transição sem tirar o site do ar. Portanto, podem continuar postando. Escrevi apenas para dar uma satisfação e dizer que apesar de não ter novidades, ele não está abandonado, pelo contrário. E 2011 será um ano que promete. Teremos a terceira edição do troféu Galo Velho, em julho, o primeiro troféu Campiona, em maio, mês das mães e das noivas. Tinha pensado no dia oito de março, dia internacional da mulher, mas neste ano cairá na terça de carnaval… Opa, uma idéia… Quem sabe para sacramentar a data, neste ano, a cerimônia de entrega será em uma festa à fantasia, como nos antigos bailes de carnaval dos clubes, com banda de marchinhas, fantasias da época, uma festa para poucos e bons convidados? É só uma hipótese. Se mais pessoas aderirem a ideia, poderemos começar a organizar. Senão ficará para maio que também é um mês significativo, Pensei no sábado anterior ao dia das mães, o que vocês acham? Bom, nosso blog a partir do 15 de fevereiro vai reiniciar com força total. Mas até lá, como já disse, podem continuar postando. Vamos continuar fazendo deste blog, o espaço mais araranguaense da web. Um abraço em todos!

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Feliz 2011 !!!

Mario Quintana

Mario Quintana - Porto Alegre

Desejando boas festas e felicidades, dedico a todos os amigos do Baratarainha estes excertos poéticos do grande Mario Quintana que, com a autoridade de tantas décadas de existência inteligente, nos aconselha a esquecer a escravidão das horas e, avaliar a vida pela paixão.

Diz o poeta:

A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!

Quando se vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, já é Natal…

Quando se vê, já terminou o ano…
Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê passaram 50 anos!

Agora é tarde demais para ser reprovado…

Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas…

E segue, noutro poema:

Amigos, não consultem os relógios…

porque o tempo é uma invenção da morte:
não o conhece a vida – a verdadeira -
em que basta um momento de poesia
para nos dar a eternidade inteira.

Enviado por: Rosinha Mazzuco

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O Padeiro e o Centroavante – Um conto ludopédico (Parte final)

Silvinha parecia recém saída do leito, ainda em trajes transparentes e sumários. Marçal sentiu o ar faltar e o coração ser arrancado do peito.
- OOOiii…, miou Silvinha.
- …E-Encomenda pra Senhora.
- Coloca em cima da mesa…
Marçal colocou a cesta na mesa conforme Silvinha pedira e virou-se para ir embora. Enquanto caminhava para a saída do apartamento, fitava Silvinha e sua figura sinuosa e faceira, como um garrincha em direção à área adversária, entendeu a grande metáfora que a porta lhe impunha: Atravessá-la e ir embora era aceitar seu destino insignificante. Era como se o destino colocasse a bola a seus pés em (mais…)

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Madame Nora – O show

Oi, pessoal do BarataRainha!

Gostaria de agradecer a força na divulgação do Show Sound Track da banda Madame Nora. O show foi um sucesso e já etão preparando o “SoundTrack II”.
Espero que, todos os que não puderam comparecer no primeiro espetáculo, tenham oportunidade de ver o segundo.
Aí vai um vídeo do show, onde eles tocam a música “Life Is A Highway”, do filme Carros (Cars, EUA, 2006). Mais umas vez, obrigada pela atenção e pela valorização que vocês dão através do site para os grandes talentos de nossa cidade.

Karla Victor

- Obrigado Karla. E parabéns ao Madame Nora pelo excelente trabalho.

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Colégio Murialdo – Formandos ’84

Nesta foto, como diz o título, os formandos do ensino médio do Colégio Murialdo de Araranguá de 1984. Tá cheio de figurinha pra lá de xérne. Bons tempos esses…

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Galo Velho – “O original”

Este é Max Hahn!

O Criador da expressão “Galo Velho”.

Filho de Paulo Schuwaltz Hahn e de Hulda Schuwaltz Hahn. Neto de Guilherme Hahn e de Auguste Heim Hahn. Bisneto de Ferdinand Guilherme Hahn e de Guilhermina Blum Hahn e Stephon Heim e Emilie Heim.

Max Hahn nasceu em 4 de agosto de 1924 e faleceu em 10 de maio de 1994, na Barra do Rio Jundiá, na Colônia Alemã de Araranguá. Trabalhou com seu pai Paulo Hahn, na fábrica de gasosas e balas, na colônia e na Fábrica de balas, bombons e caramelos Beija-Flôr, em Araranguá; localizada no extremo oeste da Rua Dr. Virgulino de Queiróz, local que ficou conhecido como “a lomba do Paulo Hahn”, pois era o acesso “mais possível” do centro da cidade com outras localidades. Trabalhou também como representante comercial vendendo malas e acessórios para caixeiros e viajantes na região de Araranguá e norte do Estado do Rio Grande do Sul. Fez parte da Associação dos Caixeiros Viajantes do Estado do Rio Grande do Sul e da Argentina.

Foto e Fatos: Nenê Hahn

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Madame Nora. Imperdivel!

A banda Madame Nora fará um show dia 05 de dezembro no Teatro Célia Belizária, e cantará trilha sonoras de filmes que fizeram sucesso nos últimos 30 anos no cinema mundial; que terão trailers produzidos em telões.

Vale a pena conferir!!!

Convite gentilmente enviado a todos nós pela Karla Malgarezi Victor.

Madame Nora:
Rubens Daniel – Vocais;
Davis – Guitarras;
Paulo – Bateria;
Paico – Baixo;
Hery – Teclado.

Confira a música de trabalho “O que ficou prá trás”, que também participou do “Garagem do Faustão”.

Anote na sua agenda: 5 de dezembro, domingo – Teatro Célia Belizária de Souza
9 da noite – Madame Nora – Sucesso!

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